sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Defesa Civil e bombeiros tentam encontrar desaparecidos em desabamentos no Rio

Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro intensificaram nesta quinta-feira as buscas por vítimas dos desabamentos de três prédios no centro da cidade.

Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas – quatro homens e uma mulher –, 20 estão desaparecidas e três corpos foram encontrados. Antes, duas pessoas tinham sido retiradas dos escombros e três foram resgatadas na calçada, com ferimentos.

Cães farejadores identificaram dois focos onde, possivelmente, existam mais pessoas soterradas. Por segurança, a área, que é bastante movimentada, foi interditada desde a madrugada.

Policiais investigam as causas dos desabamentos. A suspeita mais provável, segundo os investigadores, é de colapso nas estruturas dos prédios, como falhas nas projeções.

Foram descartadas motivações provocadas por vazamento de gás nos edifícios. O trabalho é dificultado pela poeira e a sujeira no local.

Para atender às famílias, foram montados dois núcleos de atendimento – um na Câmara Municipal do Rio e outro em uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF).

Os dois locais estão próximos aos prédios que desabaram. Os atendimentos são feitos por funcionários da Defesa Civil e a prefeitura. 

As cinco pessoas feridas foram retiradas dos escombros e levadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar. Não há detalhes sobre o estado de saúde dos quatro homens e mulheres.

Os desabamentos ocorreram nesta quinta-feira à noite e atingiram três prédios antigos da região central.
Os edifícios que desabaram tinha 20, 10 e quatro andares. O menor deles estava entre os outros dois, por isso, inicialmente, não foi informado o terceiro desabamento.

Um grupo de 80 homens do Corpo de Bombeiros, com o apoio da Polícia Militar e da Defesa Civil, trabalham na área.

Vários carros que estavam estacionados na região ficaram cobertos de poeira em decorrência dos escombros.

Edifícios localizados em volta dos prédios desabados também ficaram encobertos, como o prédio no qual funcionava uma agência do Banco Itaú e uma padaria. Nas proximidades também fica o tradicional Bar Amarelinho, que reúne políticos, artistas e jornalistas há décadas.

Fonte Correio do Brasil

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